A secretaria reforçou a orientação para que pessoas com sintomas de gripe (febre, tosse, coriza e dores no corpo, dentre outros) sigam as orientações de seu médico quanto ao isolamento domiciliar. Também pediu mais cuidado com hábitos de higiene.
A Prefeitura de São Paulo recomendou às servidoras grávidas que evitem situações que facilitem a exposição ao vírus da nova gripe. A Secretaria Municipal de Modernização, Gestão e Desburocratização afirma que as funcionárias não devem ficar por tempo prolongado em locais de aglomerações ou onde haja pessoas doentes. De acordo com a pasta, a decisão foi tomada após a constatação de que as gestantes fazem parte de “um dos grupos de maior risco para morbi-mortalidade por influenza A (H1N1)”. Na prática, as servidoras deverão ser remanejadas para exercer funções em que não necessitem manter contato direto com estranhos. Por exemplo: uma atendente grávida de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) deve passar a trabalhar no serviço interno da própria UBS, segundo a assessoria da Prefeitura. Caso não haja a possibilidade de remanejamento, a portaria determina que sejam consideradas “alternativas legais de afastamento temporário [...] junto às interessadas”. As gestantes que apresentarem sintomas da nova gripe deverão procurar “imediatamente o médico, preferencialmente aquele que realiza seu acompanhamento pré-natal, para avaliação clínica e indicação de tratamento ou internação”. A portaria entrou em vigor na quarta-feira.
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